Ingmar Bergman deixou filmes inesquecíveis. Em “O Sétimo Selo” ficou a afirmação instigante: “A fé é uma aflição dolorosa... é como amar uma pessoa que está no escuro e não sai quando a chamamos”. No espírito, a intangível e incurável angústia da fé, um cético e incrédulo que crê apenas no vazio e por isso mesmo não sofre, não se aflige, diria outro. A fé ensina a não nos darmos por satisfeitos com os sucessos materiais e nem com satisfações imediatas. Igrejas cheias – mas de gente sem fé, sem esperança, que entra pela porta da frente em multidões...