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quarta-feira, 27 de março de 2013

Aniversário...

Texto publicado em 13 de março - comemoração do aniversário de um de meus irmãos - publicado em sua linha do tempo no Facebook.

Neste último domingo, tive a oportunidade de dar aula na Escola Dominical para a classe de crianças e no meio da aula resolvi cantar com elas uma música que eu aprendi quando criança. (Com a vassourinha eu vou varrer todas as tristezas do meu coração...)
Minha mente viajou no tempo... Galopando sobre o meu coração fui à vila simples onde vivi uma parte da minha infância na cidade de Caruaru - PE. Relembrei às vezes que fui a uma igrejinha, muito simples, mas que tinha um ambiente cativante e envolvente. Relembrei as primeiras canções infantis, as quais até hoje estão em minha mente. As primeiras histórias bíblicas contadas por fantoches produzidos de maneira muito simples, mas pra mim eles eram tão interessantes que eu não conseguia desviar a minha atenção e o melhor de tudo, no final dos encontros semanais ganhávamos doces e balas. Relembrei também que ao chegar em casa, ficava cantando as músicas com os meus irmãos menores, principalmente com o Luciano. Cantávamos e cantávamos diversas vezes as mesmas músicas, acho que foi essa repetição que me ajudou a guardar na memória todas as músicas por todo esse tempo.
Passaram se cerca de vinte e sete anos, a gente cresceu e quase já não cantamos mais juntos, às vezes tentamos o Luciano e eu, um dueto, mas sem muito sucesso. Rsrsrs. O melhor de tudo é que ficaram muitas lições gravadas em nossas vidas e apesar de todas as dificuldades que passamos Deus esteve sempre conosco. Nós não sabíamos, mas Ele estava lá, cuidando de nós e de todos os detalhes, guardando-nos e nos direcionando para um futuro melhor. Hoje, treze de março de 2012, o Luciano faz aniversário, trinta e dois anos de idade. O menino que passou por diversas situações em sua vida, cresceu, amadureceu e se tornou um homem e está a um passo de se tornar “doutor”. Que história em Lú você terá pra contar para os seus filhos, hien?
Assim como Deus cuidou de nós, supriu nossas necessidades no passado não muito distante, gostaria de dizer pra você neste dia tão importante pra você que Deus estará cuidando também do seu futuro.

Para mim o viver é...


Reproduzo na íntegra um texto de Ricardo Barbosa, por considerar muito enriquecedor. Além de saber que a história de Viktor Frankl é de fato surpreendente e encorajadora para os momentos mais difíceis. Vale a pena ler...

O psiquiatra austríaco Viktor Frankl (1905–1997), judeu, escreveu um impressionante relato sobre o tempo que passou nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Em setembro de 1942, ele e sua família (sua mulher estava grávida) foram levados para diferentes campos de concentração. Sua maior preocupação naqueles anos de sofrimento, sem ter notícias de sua família e sem saber se sairia vivo, foi encontrar algum sentido para a vida num ambiente dominado pela mais absoluta desolação. Foi diante desta experiência que ele disse: “Quem tem um porquê enfrenta qualquer como”.
Os temas mais importantes da vida só são considerados e refletidos com profundidade quando, por alguma razão, nos vemos privados deles. Somente quando sofremos algum tipo de perda é que reconhecemos o valor do que nos foi tirado. Assim é com a liberdade, a amizade, a fé, a esperança, a justiça.
Numa cultura tecnológica e pragmática, nos preocupamos mais com o “como” e menos com o “porquê”. Nós nos preocupamos mais com o gozar a vida e menos com seu sentido. A não preocupação com o porquê nos torna mais impulsivos e menos reflexivos. Mais vulgares e menos humanos.
Uma declaração do apóstolo Paulo que me impressiona -- e que tem me ajudado a refletir sobre o sentido da vida -- é o que ele diz aos cristãos de Filipos: “Para mim o viver é Cristo”. Quando penso que ele fez essa declaração de dentro de uma prisão, aguardando julgamento e com um futuro incerto, ela ganha um peso e significado enormes. É o porquê dando sentido ao como. Se tomarmos apenas a primeira parte da frase: “Para mim o viver é…”, como seria formulado o final?
Imagino que muitos diriam: “Para mim o viver é minha família”. Um bom sentido para a vida. Muitos reconhecem na família sua maior riqueza. Vivem para atender e suprir as necessidades daqueles que amam. Ter na família um porquê para viver pode ser um bom princípio. Outros talvez diriam: “Para mim o viver é o meu trabalho, a minha carreira”. Muitos encontram no trabalho um sentido para a vida. Vestem a camisa da empresa, sacrificam a saúde, o casamento e a família, sonham com promoções, bônus, viagens, prêmios, reconhecimento. Realizam-se na profissão. Outros diriam: “Para mim o viver é viajar, curtir a vida”. E por aí vai. Todos buscam, com maior ou menor profundidade, um sentido para viver.
Paulo escolheu Cristo como razão última de sua existência. Poderia ter escolhido carreira ou mesmo a família, mas reconheceu que, embora estas sejam realidades importantes na vida, não são suficientes para sustentar o sentido maior da existência humana. Mesmo estando preso e privado do trabalho e do convívio com as pessoas que amava, ele se alegrava com a possibilidade de pregar o evangelho de Cristo para os membros da guarda pretoriana. Cristo dava sentido não só à sua vida, mas também à sua morte.
Viktor Frankl descreve em seus relatos do campo de concentração que, além de sua fé em Deus, ele procurava manter viva a lembrança de sua esposa, com quem conversava em sua imaginação durante as longas marchas no inverno rigoroso. Ele dizia que o desejo de reencontrá-la dava-lhe ânimo. Quando terminou a guerra ele descobriu que sua querida esposa havia morrido de esgotamento -- além dela, perdeu seus pais e irmão.
Mesmo que a família e o trabalho sejam valores nobres e que nos enchem de significado, sabemos que podemos perdê-los, e o vazio que se segue é insuportável. “Para mim o viver é Cristo” transcende as realidades deste mundo e nos envolve num cenário que nos enche de sentido tanto na vida como na morte. Quando depositamos nossa confiança e esperança em Cristo, podemos afirmar, como Paulo: “Por esta razão sofro também estas coisas, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu tesouro até aquele dia” (2Tm 1.12).
Nas palavras de Viktor Frankl, “pode-se tirar tudo de um homem, exceto uma coisa: a última das liberdades humanas -- escolher a própria atitude em qualquer circunstância, escolher o próprio caminho”.
Ricardo Barbosa de Sousa

sábado, 23 de março de 2013

Como é ser pai?

Recentemente estava indo trabalhar e reencontrei um amigo que não via há tempos. Estávamos no metrô e fomos conversando sobre diversos assuntos e muitas histórias do passado. Entre uma conversa e outra ele me disse que ele e sua esposa estavam planejando ter um filho, só que ainda não tinham certeza se era o que realmente queriam. Daí me perguntou como era a experiência de ser pai.
Bom... aí a conversa tomou outro rumo. Em milésimos de segundo fui absorvido por uma sensação diferente, afinal, falar da paternidade e das minhas duas "garotinhas" não era tão simples. Fiquei pensando no que dizer ao meu amigo e procurando palavras para lhe responder. Queria que ele soubesse que nada do que ele já ouviu ou aprendeu sobre filhos lhe seria suficiente, pois a paternidade lhe causaria uma "ferida" emocional tão exposta que ele ficaria vulnerável pra sempre. Pensei na possibilidade de avisá-lo que jamais lerá um jornal novamente sem se perguntar: "E se fosse meu filho?". Que todo desastre, incêndio ou todo tipo de acidente irão assombrá-lo. Que sempre que ver fotos de crianças famintas ou sofrendo, ele imaginará se há algo pior do que ver o próprio filho (a) morrer.
Achei que deveria avisá-lo que ele deveria usar cada gota de disciplina para manter a casa funcionando, só para garantir que seu filho ficasse bem. Gostaria que ele soubesse que jamais as suas decisões serão rotineiras. Que, para uma garotinha de 4 anos, a vontade de ir ao banheiro feminino num shopping passará a ser uma grande dificuldade quando se está a sós com ela.
Gostaria de advertir ao meu amigo para que ele entendesse que amará muito mais a sua esposa por conta do cuidado que ela terá com seu filhote. Acho que ele se apaixonará pela esposa novamente, mas por motivos que agora não acharia romântico. Queria descrever para o meu amigo a alegria de ver a criança aprender andar, a chutar uma bola, a chamá-lo de "PAPA". Queria apresentar-lhe a risada gostosa de um bebê, do abraço que ele receberá ao chegar em casa depois de um longo e estressante dia de trabalho. Eu queria que ele experimentasse essa alegria, que de tão autêntica, chega a doer...
O olhar inquiridor do meu amigo me fez perceber que meu olhos estavam banhados em lágrimas.
Você jamais se arrependerá disso - Disse-lhe finalmente.

Você jamais se arrependerá disso...



Texto enviado ao blog de Ponte Rasa ll em comemoração ao Dia dos Pais


Recentemente estava indo trabalhar e reencontrei um amigo que não via há tempos. Estávamos no metrô e fomos conversando sobre muitos assuntos e muitas histórias do passado. Entre a conversa  me disse que ele e sua esposa estavam planejando ter um filho, só que não tinha certeza se era aquilo que realmente queria. Daí ele me perguntou como era a experiência de ser pai.
Bom... aí a conversa tomou outro rumo. Em milésimos de segundo fui absorvido por uma sensação diferente, afinal falar da paternidade e das minhas duas garotinhas não é tão simples.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ser pai

Parabéns Andrew Roger pela chegada de sua filha.

BEM VINDO AO CLUBE!

Ser pai...
Ser pai é deter-se diante do mistério da vida e ousar participar dele. É experimentar com sua esposa esse processo divino de gerar, de fertilizar, de semear. Depois, regar, cuidar, dar atenção e sonhar. É lançar a semente e colher, nove meses depois, o fruto desse amor, fruto inquietantemente aguardado.
Ser pai é aprender o desapego de si mesmo. É aprender a domar o selvagem egoísmo e o “eucentrismo” que urra dentro de nós. É deixar-se doer de amor por aquela pequenina criatura, parte de você, que fragilmente espera por seu cuidado e por sua atenção. É morrer para seus “purismos” mais impuros, para renascer genitor.
Ser pai é aprender que a cumplicidade mãe e filho é algo inestimável e por isso saber colocar-se, principalmente nos primeiros anos do pequenino bebê, no seu devido lugar. Nesse tempo o pai é especialmente protetor e contemplativo da relação intensa entre os dois: o que esteve dentro, no útero, e a que o acolheu, no útero. O pai, nessa época, é alguém como que de fora. Faz parte da relação, mas não partilha das primeiras revelações íntimas pós-uterinas. À medida que os dias avançam, integra-se de maneira igualmente intensa e amorosa na relação filial. Assim, ser pai é saber cuidar sem ser cuidado, descobrir o ritmo do afastar-se e do aproximar-se, isso tudo sem ferir a si mesmo e ao outro, como que tomado pelo desvanecimento da exclusão e da inferioridade. Ser pai é não exigir para si o protagonismo da história da vida.
Ser pai é ver os filhos crescendo ao redor e tê-los como amigos. Todavia, ao mesmo tempo, ser pai é não negar-lhes a bênção do ensino e da orientação, por meio de conversas, beijos, abraços, “varas” e repreensões. Não repreender com dureza e ternura é o mesmo que deixar o filho à solta, à míngua, sem parâmetros que o nortearão para toda a vida. E o pior, sem essa expressão de amor jamais a criança conhecerá profundamente o Deus que é todo amor e todo justiça. O pai que se omite na criação se omite no amor e no cuidado. O dinheiro pouco pode realizar nessa área do relacionamento.
Ser pai é ver o tempo passar velozmente, testemunhar as meninas se tornando moças tão belas, tão rapidamente e trazer consigo aquele sentimento de incompletude: “eu poderia ter feito mais por elas…” Ser pai é ser assim: totalmente felicidade, totalmente dúvida. Ser pai é indagar-se no paraíso.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Não sejamos como a amigo da onça


No Wikipedia, O Amigo da Onça é um personagem criado por Péricles de Andrade Maranhão (1924-1961) e publicado pela primeira vez na revista O Cruzeiro em 23 de outubro de 1943. Satírico, irônico e crítico de costumes, o Amigo da Onça aparece em diversas ocasiões desmascarando seus interlocutores ou colocando-os nas mais embaraçosas situações. Os diretores da revista O Cruzeiro queriam criar um personagem fixo e já tinham até o nome, adaptado de uma famosa anedota:"Dois caçadores conversam em seu acampamento: — O que você faria se estivesse agora na selva e uma onça aparecesse na sua frente?— Ora, dava um tiro nela.— Mas se você não tivesse nenhuma arma de fogo?— Bom, então eu matava ela com meu facão.— E se você estivesse sem o facão?— Apanhava um pedaço de pau.— E se não tivesse nenhum pedaço de pau?— Subiria na árvore mais próxima!— E se não tivesse nenhuma árvore?— Sairia correndo.— E se você estivesse paralisado pelo medo?Então, o outro, já irritado, retruca:— Mas, afinal, você é meu amigo ou amigo da onça?"Dialogando com um colega de trabalho sobre a amizade, veio à tona o trecho de uma das mais conhecidas músicas compostas por Milton Nascimento, que diz: "Amigo é coisa pra se guardar, do lado esquerdo do peito". Naquele momento, discutíamos acerca da necessidade deste tão puro sentimento precisar se encontrar dentro do coração, e não do lado de fora, para não se tornar descartável.A palavra amizade é tão rica de significados, trazendo tantas expectativas no âmbito dos relacionamentos interpessoais, que desperta-me a consciência no sentido de reconhecer que não sou um bom amigo. Se tivesse de dar uma nota para o meu compromisso com os amigos, esta não passaria de 6.O que me faz declarar isto é uma convicção íntima e pessoal das minhas fragilidades e imperfeições no caráter, capitalizadas pela minha minha condição de pecador, ratificada em atitudes egoístas, egocêntricas, orgulhosas, preconceituosas e mesquinhas.Não é menos verdade afirmar que a palavra amizade é muito banalizada, já que as motivações que unem as pessoas, especialmente em festas e reuniões sociais, muitas vezes têm suas raízes no interesse, em função do benefício que o outro possa proporcionar, como bem escreveu o autor do Livro de Provérbios: "As riquezas granjeiam muitos amigos, mas ao pobre, o seu próprio amigo o deixa" (Provérbios 19:4,7)Das Palavras proferidas por Jesus, contidas em João 15:13-15, constatamos que o amor Dele por nós é incondicional, daí Ele nos chamar de amigos, "porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer". O importante é verificarmos se realmente somos amigos Dele, que disse: "Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando".É tão grande a nossa vulnerabilidade, mesmo para os já convertidos ao Evangelho, que o Apóstolo Paulo escreveu: "Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte ? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado" (Romanos 7:19-25)Por vezes, sinto-me parecido com o Apóstolo Pedro, que. como profetizado pelo Mestre, ouviu o galo cantar depois de ter negado por três vezes a sua fé em Jesus. Sabemos que há muitas outras maneiras de se negar a fé em Cristo (e, assim, declararmos a nossa inimizade para com Ele), e isto se verifica também quando relativizamos ou desprezamos os valores imutáveis e absolutos da Sua Palavra.O livro do Profeta Zacarias, escrito por volta de 6 séculos antes do nascimento de Jesus, já anunciava como se daria a relação do Mestre com os seus algozes: "E se alguém lhe disser: Que feridas são estas nas tuas mãos? Dirá ele: São feridas com que fui ferido em casa dos meus amigos" (Zacarias 13:6).Entretanto, "Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo" (2 Timóteo 2:13)Peçamos, pois, perdão a Deus, pelas nossas atitudes desleais para com Ele e com o nosso próximo, a quem, mesmo chamando de amigo, às vezes fazemos comentários maldosos e depreciativos."Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça" (1 João 1:9)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Observe sua esposa

Hoje é um dia especial.
Numa noite fria de outono de 1994 nasceu em mim um grande amor... É, faz 16 anos que comecei namorar como a minha esposa. Que lembrança... Lembro do seu cheiro, do seu beijo. Da roupa que ela usava. A sensação da pele fria... do abraço...
Hoje o Espirito Santo, sussurrou estas palavras ao meu coração, então me sentir impulsionado á verbalizar e compartilhar o que senti neste dia.
OBSERVE HOJE SUA ESPOSA!
Nós homens casados, estamos observando tantas coisas neste mundo. Observamos os noticiários, observamos o jogo de futebol, observamos nossa conta bancaria, observamos nosso ministério, observamos nossa vida, observamos nossos filhos, alguns observam até a mulher do próximo, mas hoje Deus lhe fala: Observe sua esposa! Preste atenção nela...
Pensei sobre minhas atitudes para com minha esposa, então percebi que, não estou observando-a. Que erro grave! Lamentável minha atitude. O que tem adiantado buscar conhecimentos em livros enquanto não conheço o coração da minha própria esposa. Você tem observado sua esposa? Você conhece o coração dela? Perdemos a sensibilidade de observamos nossa esposa com um bom olhar. Estamos correndo, mas estamos deixando o favor de Deus para trás. (Prov. 18.22) Estamos ao lado dela, dormimos na mesma cama, mas não estamos observando nossa esposa. Não estamos enxergando o seu belo coração. Às vezes juntos, porém separados! O que adianta observar tudo e não observar aquela á qual juramos amor e fidelidade no altar. Assim estão muitos esposos. Infelizmente, estamos abrindo nossa boca simplesmente para reclamar e dizer coisas desagradáveis. Elas só escutam crÍticas vindo de nós. Cansamos os ouvidos delas com nossa ladainha. Hoje, as esposas estão se sentindo muito só. Basta você perguntar para sua esposa e se ela for sincera contigo, veremos que não estamos cumprindo com o nosso papel. Tantas esposas se sentindo rejeitadas, não pelo mundo, mais por aquele que decidiu compartilhar sua vida ao lado dela. Por isso, decidir hoje, observar minha esposa....Observei o sorriso dela, vi seus belos dentes. Confesso, tinha tempos que não fazia isso.Observei a tonalidade de sua voz. Que voz linda! Voz única.Observei a roupa que vestia. “Acho que tenho que comprar novas roupas”. Mas ela tem roupas que marcaram nossos dias. rsrs. Observei sua conduta perante o dia. Uma batalhadora. Observei o cuidado dela para com as nossas filhas, que mãe excelente. Observei sua forma de cozinhar. Que comida maravilhosa. Observei como se dedica á ajudar ao próximo. Mulher amiga! Observei como ama a obra de Deus. Mulher Virtuosa! Observei também que seu coração está ferido por minha causa. Que triste! Observei que há tempos que não levo uma rosa para ela. Que falta de consideração! Mas, hoje lhe encaminhei rosas. Observei que eu não estava á observando ha tempos. Observei que eu precisava tocar a alma dela. Em meio há tantas observações concluir que, eu não posso continuar assim! Tenho que melhorar como esposo, tenho que zelar pela dádiva de Deus. Nós, temos tempo e disposição para todos e quando nossa esposa nos pede dez minutos, negamos! Hoje eu posso melhorar meu relacionamento com ela. Hoje eu posso pedir perdão. Hoje eu posso falar: Me apaixonei por você novamente! Esposa! Presente de Deus. Que tal mudarmos a nossa agenda de vez em quando por causa delas? Espero que você e eu façamos isso: Observermos as nosas esposas! Agradecer á Deus por elas. Ajudá-las á melhorem os erros que muitas das vezes atrapalham o relacionamento. Dar o nosso ombro amigo á elas. Considerá-las como o vasos frágeis. Até quando estaremos casado? Isso dependerá da forma que observaremos nossas esposas. Não podemos continuar como estamos! Senhor, me ensine a observar minha esposa com olhos de amor. Esta rosa tão preciosa que o Senhor plantou em meu jardim. Preciso enxergar as mais belas e tensas cores que o Senhor deu a minha esposa. Por isso, querida esposa, hoje eu lhe observo mais do que ontem e te observarei amanhã mais do que hoje. Senhores esposos, observem hoje, suas esposas e façamos a chama do amor incendiar entre nós.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O MELHOR CONSELHO DE UM PAI


Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita à casa do seu pai. Enquanto conversavam sobre a vida, o casamento, as responsabilidades, as obrigações e deveres da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho, e disse: Nunca se esqueça de seus amigos! - aconselhou Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com eles; divirta-se na companhia deles; telefone de vez em quando...Que estranho conselho - pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele seguiu o conselho de seu pai. Manteve contato com seus amigos e sempre procurava fazer novas amizades.À medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava.À medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, os amigos sempre foram baluartes em sua vida.Passados mais de 50 anos, eis o que o jovem aprendeu:O Tempo passa. A vida acontece. A distância separa...As crianças crescem. Os empregos vão e vêem. O amor se transforma em afeto.As pessoas não fazem o que deveriam fazer.O coração para sem avisar.Os pais morrem.Os colegas esquecem os favores.As carreiras terminam. Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo nem quantos quilômetros tenham afastado vocês.Um AMIGO nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabemos das incríveis alegrias e tristezas que experimentaremos à frente, nem temos boa noção do quanto precisamos uns dos outros...Mas, ao chegarmos ao fim da vida, já sabemos muito bem o quanto cada um foi importante para nós!Muito obrigado mesmo por vocês existirem em minha caminhada na Face do Globo!!!


Enviado por Willian

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Lembranças de minha mãe

Lembro de suas lágrimas quando eu sai de casa aos 17 anos pra viver um sonho que não conhecia.
Lembro das inúmeras vezes que cozinhou para os seis filhos e que chamava um por um pra sentarmos a mesa.
Lembro das inúmeras vezes que me chamou a atenção, querendo me fazer um homem.
Lembro das inúmeras vezes que me aconselhou e me incentivou a lutar pelos meus sonhos.
Lembro de suas palavras quando reclamei certo dia que minha mão estava cheia de calos por causa do trabalho. “mão de homem é assim mesmo”, não pense em parar.
Lembro de muitas vezes que a vi chorar por causas dos problemas financeiros que passamos e pelas dificuldades que suas escolhas lhe trouxeram.
Lembro de suas palavras a respeito de um Deus que me amava.
Lembro de quando criança me levava à igreja e insistia pra que eu ficasse quieto no banco, quando na verdade eu só queria ir ao banheiro. Pra passear é claro.
Lembro do primeiro caderno que ela comprou pra mim, pra que eu começasse escrever. Bom... Na verdade rabiscar.
Lembro que sempre levantava cedo pra nos preparar o café da manhã.
Lembro de suas muitas horas trabalhadas em sua máquina de costura, e lembro quando recebia seu salário gastava prazerosamente com as “coisas” de casa.
Lembro do mingau que fazias pra gente nas tardes frias. Do seu sorriso. Do seu abraço.
Lembro que nas noitas frias ela trazia um cobertor extra e colocava sobre cada um dos filhos.
Lembro de sua dedicação quando ficavamos doentes. Que cuidado!
Lembro também, claro, das inúmeras vezes que “apanhei”. Como poderia esquecer-me disso.
Lembro – me de muitas coisas e também acho que me esqueci de muitas outras, mas mãe com certeza nunca me esquecerei da senhora. Te amo!