segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Falsidade

No passado apareceram falsos profetas no meio do povo, e assim também vão aparecer falsos mestres entre vocês. (2Pe 2.1a)
Além de constante, a falsidade é uma presença embaraçosa, incômoda e aborrecida. O pior é que além de profetas falsos, há irmãos falsos, testemunhas falsas, apóstolos falsos, pastores falsos e até falsos cristos. Se isso ainda não fosse o bastante, há lábios falsos, línguas falsas, palavras falsas, escrituras falsas, visão falsa, motivos falsos, nomes falsos, acusações falsas, notícias falsas, amor falso, juramento falso, elogios falsos, amigos falsos e até humildade falsa. É um oceano de falsidades!
Para agravar a situação, o falso parece autêntico, o lobo parece a vovozinha, o amargo parece doce, o feio parece bonito, o fedido parece cheiroso, a treva parece luz, o inimigo parece amigo, o adversário parece um anjo de luz.
Essa confusão toda me obriga a tomar algumas providências. Tenho que conhecer a diferença entre o falso e o verdadeiro. Tenho que ser ora desconfiado ora não, tenho que ser ora maldoso ora não, tenho que ser ora cético ora não. Não devo errar, não posso errar. Nem de um lado nem de outro. Não posso ser astuto como as serpentes o tempo todo nem simples como as pombas o tempo todo. Há tempo para tudo!
Nesse oceano de falsidades, para cometer acertos e não cometer desacertos, preciso de discernimento. Para obter sabedoria para tanto, preciso ser humilde suplicante como Salomão: “Dá-me sabedoria para que eu possa… saber a diferença entre o bem e o mal” (1Rs 3.9).
— Só Deus pode me mostrar a diferença entre os que servem e os que não servem!

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